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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Meio como extensão

Eu consegui!

Passei por mais uma etapa básica do estudo dos meios de comunicação. Terminei o "Understanding Media, the extensions of man", ou "Os meios de comunicação como extensões do homem", traduzido pelo absurdo Décio Pignatari.

Comecei em 2010, parei na metade. Voltei a ler no começo do ano, do zero.

Foi uma obra tão revolucionária, que dizem por aí que os editores se incomodaram com a porcentagem de novas informações. A média pra um livro é de 15%, pra não abarrotar o leitor e vender melhor; o UM tinha mais de 50% de novas informações: um estrondo.

Talvez seja por isso que Mcluhan se preocupou tanto em ser redundante... eliminar possíveis ruídos.

É divertido, fala muito sobre poema, humor, redação, e claro, sobre os meios de comunicação (e até porque bibliotecárias são sensuais!).

Vale a pena ler. E a tradução do Décio é um absurdo de bom.


                   
                            mcluhan: ama shakespeare,
                            james joyce, e e cummings,
                                revista mad e bibliotecárias    
decio: beba coca cola
             beba          cola
     beba coca
              babe cola caco
 caco    
cola    
                       c l o a c a

2 comentários:

Belle Bueno disse...

Conheci várias bibliotecárias que eram senhoras elegantes, mas não enxerguei a sensualidade O.o
Mas enfim, vou observa-las melhor a partir de agora...

André Foltran disse...

O Décio é mesmo um monstro da tradução, e como eu curso "Tradução" chego a ter pesadelos com o velho. Mas deu vontade de enfrentar esse calhamaço (é assim que se diz?), quem sabe proximamente... Quanto à bibliotecárias sensuais, ao contrário da Belle, conheci uma.